terça-feira, 7 de novembro de 2006

Refrão de Bolero ....

eu que falei ! nem pensar!
agora me arrependo, roendo as unhas
frágeis testemunhas de um crime sem perdão
mas eu falei sem pensar coração na mão como refrão de bolero
eu fui sincero como não se pode ser um erro assim tão vulgar
nos persegue a noite inteira e quando acaba a bebedeira
ele consegue nos achar num bar com um vinho barato
um cigarro no cinzeiro e uma cara embriagada no espelho
do banheiro teus lábios são labririntos que atraem
meus instintos mais sacanas teu olhar sempre distante sempre me engana
eu entro sempre na tua dança de ciganaeu
que falei ! Nem pensar! agora me arrependo, roendo as unhas
frágeis testemunhas de um crime sem perdão
mas eu falei sem pensar coração na mão como refrão de bolero
eu fui sincero... eu fui sincero teus lábios são labririntos
que atraem meus instintos mais sacanas
teu olhar sempre me engana é o fim do mundo todo dia da semana.....

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